A elegância do ouriço

Numas férias de julho, tive o prazer de ter nas mãos “A elegância do ouriço”, lançado em 2008 pela Companhia das Letras. A autora, Muriel Barbery, traz um maravilhoso embate entre classes sociais em Paris – e que fosso há entre elas – de um modo surpreendente. De um lado, Renée Michel, a concierge de um luxuoso prédio residencial em Paris. De outro, Paloma Josse, uma menina de 12 anos, filha de uma rica família francesa. Há uma bomba chiando na colcha de retalhos tecida por Michel e Josse ao narrarem os acontecimentos que se passam no número 7 da Rue de Grenelle. Uma bomba que explode em gotas de filosofia, música, literatura e arte. O ambiente é altamente bélico, mas fará o leitor rir e chorar.

Foto por Rachel Claire em Pexels.com
Padrão

Viva Van

Eu tô ficando mais eu. Não só porque gosto de ser eu. Mas porque preciso ser eu. Que o guia da minha jornada seja o amor.

Van Gogh foi muito ele. Do contrário, não teria criado do jeito que criou. Viva Van.

Padrão